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XVII BRAZILIAN CONGRESS OF OBSTETRICS AND GYNECOLOGY
of CHILDHOOD AND ADOLESCENCE and

2nd ONLINE CONGRESS of SOGIA-BR

DEPRESSÃO E ANSIEDADE NA ADOLESCENTE: ALIADOS DO SUICÍDIO

Beatriz Damilys Sousa da Gama Miranda

Palavras-chave:

Adolescente. Ansiedade. Depressão. Suicídio

Introdução: As transformações vividas pela adolescente colaboram para o surgimento da ansiedade ao novo e/ou depressão em frente às incertezas e constantes mudanças ocorrendo em seu corpo e mente. Há um conjunto de manifestações que podem evoluir desde a ansiedade até o suicídio, transformando essas manifestações em problemas de saúde pública.

Objetivos: Analisar a depressão e ansiedade na adolescente.

Métodos: Revisão sistematizada de 7 artigos eleitos por critérios de inclusão explorados nas bases de dados SciELO; LILACS e MEDLINE, através dos descritores: depressão e ansiedade na adolescência; depression and anxiety in adolescents; depresión y ansiedad en adolescentes.

Resultados: Adolescentes do sexo feminino estão mais suscetíveis à depressão e ansiedade, sendo o suicídio a segunda causa de morte entre elas, principalmente as que estão expostas à eventos estressores ao longo da vida, como a diversos tipos de violências, baixa renda e baixo rendimento escolar. Nesses quadros é frequente apresentarem sintomas físicos como dores abdominais, musculares, cefaleia, fadiga, tremores, sudorese, tonturas e desmaios. É necessário um exame médico cuidadoso para saber a causa, como a separação dos pais causando ansiedade de separação, uma preocupação excessiva e mantida causando perturbação de ansiedade generalizada, episódios agudos de ansiedade intensa culminando com a perturbação de pânico, assim como as oscilações de humor da doença bipolar ou o pensamento suicida da depressão major. O diagnóstico deve ser quando há interferência entre o funcionamento diário da adolescente com a família, escola ou a sociedade.

Conclusão: É importante o estabelecimento de interesse e empatia com a adolescente, com abordagem plurimodal, incluindo psicoterapia, medicação (individualizada para cada caso, seja com inibidores seletivos da recaptação de serotonina, seja com estabilizadores de humor), o envolvimento familiar, que é crucial, assim como o envolvimento do ambiente escolar, com a finalidade de identificação precoce dos sintomas e prevenção de outras doenças psíquicas.

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