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XVII CONGRESSO BRASILEIRO de OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA
da INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA e

CONGRESSO ONLINE da SOGIA-BR

IMPLANTE SUBDÉRMICO DE ETONOGESTREL NA ADOLESCÊNCIA: EFEITOS INDESEJÁVEIS E CONTINUIDADE DO MÉTODO

Aline Mota Alves, Raquel do Amaral Meireles Freitas , Zenilda Vieira Bruno , Maria Tereza Dias Magalhães , Karla Samilly Lima Alves , Roberta Pontes Braga

Palavras-chave:

Introdução: O implante subdérmico de etonogestrel (Implanon) é um contraceptivo reversível de longa ação (LARC) que mantém alta eficácia por 3 anos e oferece à usuária discrição e conveniência por não depender de tomadas diárias.

Objetivo: Identificar efeitos indesejáveis associados ao uso do implante subdérmico de etonogestrel inserido em um ambulatório de adolescentes no período de 2018 a 2020. Metodologia: Estudo transversal com revisão de prontuários de 238 pacientes na faixa etária de 11 a 19 anos que inseriram implante de etonogestrel em um ambulatório de adolescentes no período de setembro de 2018 a agosto de 2020, sendo pesquisadas as queixas de sangramento aumentado, spotting, cólica, aumento de peso, cefaleia e acne.

Resultados: Do total de 238 pacientes, apenas 88 (36,9%) retornaram para avaliação ambulatorial. Dessas, 58 (65,9%) relataram algum efeito indesejável persistente após 3 meses de uso, ocorrendo em 38 (43,1%) spotting, 22 (25%) cólica, 17 (19%) sangramento aumentado, 8 (9%) aumento de peso, 8 (9%) cefaleia, 4 (4,5%) acne. Ao final do primeiro ano de inserção, 17 (7,1%) adolescentes procuraram o ambulatório para retirar o implante, sendo o principal motivo para a retirada o sangramento aumentado.

Conclusão: Os resultados reforçam a dificuldade de seguimento ambulatorial dessa faixa etária e a importância dos LARCs na redução da gravidez na adolescência, tendo o Implanon baixa taxa de abandono.

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